A experiência que todo apaixonado por carros deveria ter - Wörthersee 2018 (Parte 2)

Se você chegou aqui na parte 2 sem conferir a parte 1, sugiro que volte a fase anterior (link).

Se você não sabe nada da história, vou resumir um pouco o que aconteceu: Fui para a Europa, numa viagem (dos sonhos) planejada em menos de dois meses para um dos maiores eventos automotivos do planeta, o Wörthersee Treffen. Tudo isso graças aos parceiros que apoiaram a missão: Leonardo Pereira, VolksPageAgl GarageThe UndergroundEast Side KustomsBravo TapeçariaBy Deni StudioPorn GarageCraw Works Design - CWDSurface CustomVagloungeVag Valley TreffenVolksFest e STR Maringá. Vocês são f#das! E claro, todos vocês que acompanham o conteúdo da Selfmade!

Agora podemos seguir...
No dia seguinte, o percurso foi o inverso do anterior: Nossa jornada começava pelo Posto Mischkulnig. Enquanto o Tiago dava um trato na Variant, eu andava pelo amplo estacionamento do posto e depois ficava aos arredores das bombas de combustível, agachado, fitando a movimentação dos carros. O segurança até me chamou atenção por diversas vezes, mas ele moscava: foto! (risos).

Com muita dificuldade, aceitei a ideia do Tiago de deixar o posto e ir pro ‘fervo’, Reifnitz, local onde acontece o evento oficial Wörthersee Treffen. Chegando lá encontramos novamente os amigos da VP97, onde registramos uma foto juntos no Golf de granito, monumento icônico por lá. O Mk2 é um tributo adequado ao maior hatchback. O GTI foi esculpido por artesãos em um bloco de pedra no GTI Treffen de 1989.
Loko né? Pessoas de todo o mundo que visitam o GTI Treffen se aproximam da pedra e fazem um registro. Ele é o cartão postal da parada.
Ainda em Reifnitz, era surpresa atrás de surpresa pelas ruas compostas de cenários deslumbrantes. Na real, nem importa a hora ou o lugar exato, você tem praticamente garantido um espetáculo visual ou algo muito inesperado a cada rua de lá.

Hora de pegar mais uma estradinha, sentido a torre Pyramidenkogel, onde se tem umas das vistas mais foda do rolê. Infelizmente não subimos, achei mais interessante a área de estacionamento da torre! 
Enquanto o Tiago distribuía uns adesivos e cartões da Selfmade, eu andava fotografando e com o ouvido atento igual um radar. Era arrepiante escutar a galera do acelero subindo para a torre, já que o percurso parece serra de praia, manja? Então, imagina os R32 passando rasgando...

De volta a Velden, eu não sei se lá é mais atraente de noite ou de dia. Já que tem atrações sobre rodas expostas nas calçadas da cidade 24 horas por dia. Não importa quanto tempo você fique nas cidades e picos que cercam o lago, você sempre terá a impressão de que não viu tudo, de que está perdendo alguma coisa.

É isso! E o que eu preciso me expressar é que não importa quanto tempo passe dessa viagem, eu acho que nunca vou ser capaz de explicar pra vocês o quão incrível é o Wörthersee.

Foi só na volta, assistindo o mundo passar entre montanhas derretendo e túneis, que eu pude perceber que o Wörthersee foi mais que ‘sobre carros’, foi uma das maiores experiências da minha vida.
Eu vou voltar. Quando eu não sei, mas eu volto!

Muito obrigado por ter lido até aqui!
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P.S.: Ainda vem muito mais material da Europa!
Tem vlog, ensaios e conteúdos extras.